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10 de março de 2015

Eu li! - {Resenha} Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo

No fim do ano passado eu ganhei o livro "Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo". Na época, eu estava lendo a biografia da Brigitte Bardot e, com isso, totalmente imersa na atmosfera parisiense, completamente apaixonada pela cidade, pelo país. O livro foi praticamente a cereja do bolo, rs.

"A mulher francesa não é apenas magra, chique e elegante. É também um pouco egocêntrica, mandona e esnobe. O estilo que mata a concorrência feminina de inveja não é feito só daquele talento para fazer tudo parecer simples e natural. Nessa receita, rebeldia e espírito transgressor também são fundamentais." (trecho extraído do release de divulgação)


O livro é um manual de life style delicioso, nada do tradicional endereço de lojas, mas histórias escritas por quatro mulheres parisienses, contando suas "dicas de amiga" de maneira leve e bem humorada. As autoras são mulheres totalmente gabaritadas no assunto: Caroline de Maigret (modelo de marcas como Chanel e Lancôme), Anne Berest (escritora), Sophie Mas (produtora) e Audrey Diwan (jornalista).


É o tipo de livro para os dias estressantes, para relaxar, para não levar (tão) a sério, para se divertir, para se apaixonar por Paris, comprar uma camisa listrada, uma passagem de aviação e - pq não? - tomar um vinho nos jardins próximo a Torre Eiffel.


Vale a pena destacar as belas imagens do livro. A capa por si só já é linda, mas há ilustrações e fotografias - tudo em P&B - maravilhosas. Um visual retrô lindo. (Não gosto de adjetivar tanto nos meus textos, mas... esse livro merece!)

Fica a dica da leitura!
Espero que gostem!

Beijos :)


12 de setembro de 2013

Eu li - Teorema Katherine, John Green

Em terra de John Green A Culpa é das Estrelas reina, mas confesso que entre os dois gosto muito mais de O Teorema Katherine.

"Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera." 

 Com uma narrativa tão diferente do livro que deixou o estande da Intríseca na Bienal do Livro RJ 2013 insuportavelmente cheio, OTK é incrível! Leve, divertido e super engraçado!!!

Colin é um prodígio que ama anagramas e tem uma dificuldade imensa de socializar. Após levar o fora da Katherine XIX, Colin e seu melhor-amigo-personagem-mais-legal Hassan, resolvem colocar o pé na estrada e conhecer o mundo EUA.  Acontece que eles resolvem se instalar na primeira cidade que param, Gutshot - Tenessee, a cidade onde fica o túmulo do arquiduque Francisco Ferdinando e aconteceu com Colin o que ele esperou a vida inteira: teve um momento eureca! O prodígio então começa a formular um teorema que vai determinar todos os relacionamentos amorosos. Na resposta final tem quem e quando vai acabar o namoro. Segundo ele, todo relacionamento é previsível.

Acontece que o Colin é na verdade um chato! HAHAHA Eu me diverti demais com o Hassan e a Lindsey, uma garota que eles conhecem em Gutshot e que oferece hospedagem aos meninos. A narrativa do Tio John é impecável e com o tempero certo. O livro é super gostoso de ler, vale muito a pena!

Detalhe especial para os vários anagramas, os gráficos, as fórmulas e o apêndice! Simplesmente... Genial!

“Alguma vez você já se perguntou se as pessoas gostariam mais ou menos de você se pudessem vê-la por dentro? Sempre me pergunto isso. Se pudessem me ver do jeito que eu me vejo, se pudessem viver nos meus pensamentos, será que alguém, qualquer pessoa, me amaria?” 

5 de setembro de 2013

Eu li! - Extraordinário, R. J. Palacio



August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

Com uma narrativa inocente, sempre pelos olhos de alguma criança - e duas adolescentes -, Extraordinário é, sem dúvidas, um livro extraordinário. E acho que nada que eu venha falar nesta resenha vai conseguir fazê-los entender o quão especial esse livro foi pra mim. Ele entrou pra lista dos livros que me fizeram passar vergonha na rua, de tanto que chorava dentro do ônibus. (quem nunca?!) Sua narrativa me tocou de várias maneiras e fez com que eu, de certo modo, enfrentasse alguns de meus fantasmas.

O que faz a sua leitura interessante é que vemos não somente a visão do Auggie como também a de alguns amigos e sua irmã, a Via. Dessa forma, temos uma visão de como as pessoas enxergam o "menino sem rosto". August nasceu com "disostose bucomaxilofacial previamente desconhecida, causada pela mutação de um autossomo recessivo no gene TCOF1, localizado no cromossomo 5, complicada por uma microssomia hemifacial característica do espectro óculo-aurículo-vertebral".  Ou seja, devido a um gene mutante, que tanto seu pai quanto sua mãe possuíam, se desenvolveu no Auggie uma síndrome genética e sua  sequela é uma severa deformidade facial.

Então, por suas diversas cirurgias para melhorar a qualidade de vida, nunca foi a escola. Como agora, aos 10 anos de idade, elas já não são mais tão frequentes, os pais do menino decidiram que era hora de parar com as aulas em casa e frequentar o colégio. Todos nós sabemos que ser aluno novo não é nem um pouco fácil, agora imagine para o Auggie. E nós podemos acompanhar tudo de pertinho, como a escola é para o August e como o August é para a escola.

Extraordinário é um daqueles livros que fazem cair vários preconceitos e mudam a sua forma de ver o mundo. Você se pega pensando quantas vezes já olhou diferente, nem que por uma fração de segundo, para um deficiente e descobre como a pessoa capta esse seu olhar. Ele mostra o quão necessário é acreditar em si mesmo e que amizades verdadeiras são possíveis. Tudo que August, um menino de dez anos, viciado em Star Wars e dono de uma cadela chamada Daisy, quer é apenas mostrar que apesar de não ser assim, tão normal, ele ainda é apenas um menino de apenas dez anos.

A lição que aprendemos com personagens tão únicos e extraordinários é para a vida inteira. Nunca devemos julgar um livro menino pela capa cara.

"A questão é que, quando eu era pequeno, nunca me incomodava em conhecer outras crianças porque todas elas também eram pequenas.  O legal de crianças pequenas é que elas não dizem coisas para tentar magoar você e, mesmo que às vezes façam isso , não sabem o que estão falando. Quando elas crescem, por outro lado... sabem muito bem o que estão dizendo. E isso, definitivamente, não é divertido para mim. Um dos motivos para eu ter deixado meu cabelo crescer no ano passado é que gosto do modo como a franja cobre meus olhos: isso me ajuda a tampar as coisas que não quero ver."
Título: Extraordinário
Autor(a): R.J. Palacio
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580573015
Páginas: 320
Ano: 2013
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30 de março de 2013

Eu li - O Lado bom da vida

Logo assim que "O labo bom da vida" saiu nos cinemas eu corri pra comprar o livro. Queria assistir o filme antes da premiação do Oscar e queria ler o livro antes de ir ao cinema. Acabou que não consegui nem uma coisa nem outra. Estava tão enrolada no trabs que não tive tempo e nem condições mentais pra me dedicar a uma leitura.
Enfim.
Finalmente consegui ler e posso dizer que é um dos livros mais intensos e doces que já tive a oportunidade.




Eu não sei qual é o seu lado bom da vida, mas o de Pat era a Nikki. Eles eram casados, felizes, viviam bem e compartilhavam vários momentos, dos jogos dos Eagles até jantares com os amigos chatos de Nikki que consideravam Pat um iletrado por não gostar de literatura. Em algum momento algo aconteceu e esse pequeno paraíso não existe mais. Pat está há anos numa clínica psiquiátrica, não sabe de Nikki, não sabe o que aconteceu mas sabe que está fazendo de tudo para recuperá-la e acabar com o "tempo separados".

É nesse contexto que entra na história Tifanny, alguém tão desiquilibrada mentalmente quanto Pat, com uma história de perda semelhante e com um abraço e um ouvido capaz de escutar todos os problemas dele.
Enquanto tenta ser uma pessoa diferente - e do jeito que Nikki gostaria que fosse - Pat lê diversos livros de literatura, malha freneticamente todos os dias na pequena academia montada no porão da casa de seus pais, e corre quilômetros todas as tardes com Tiffany. Nesses pequenos gestos, muitos deles silenciosos, nasce uma cumplicidade ímpar entre ambos e Pat precisa superar o "tempo separados" e dar um novo rumo a sua vida.

Eu achei que este fosse mais um livro de amor, e realmente não é. Claro que o romance está presente em vários diálogos e momentos, mas no geral, é mais uma história que nos mostra que apesar das dificuldades e problemas da vida, tem sempre uma nuvem branca num céu irritantemente azul nos mostrando que o dia vai ser bom e lindo, e que, se quisermos, tudo pode dar certo.

OBS.: Apesar do título, esta não é uma história a la Pollyana, ok?

>> Mudando um pouco de assunto, agora estou louca para ver o filme. Jen Lawrence interpretou a Tiffany nos cinemas e ganhou o Oscar de Melhor Atriz e, apesar de amar JLaw, acho muito estranho pois a presença da personagem no livro é infinitamente pequena - mesmo que importante - para garantir um Oscar de Melhor Atriz. Não quero julgar, não vi o filme. Enfim. Depois conto o que achei do filme ok?

Alguém já leu o livro/viu o filme? O que acharam? Bradley Cooper estava muito gato (as usual)? hahaha

Beijos,

23 de março de 2013

Eu li! A Hospedeira, Stephenie Meyer


Na próxima sexta, 29/03, tem a estréia mundial de A Hospedeira, filme de um livro homônimo de Stephenie Meyer e isso me motivou a tirar da estante o livro que estava ali desde a Bienal do Livro de 2011. Sim, eu tinha o livro há dois anos e nunca havia aberto (e de onde esse veio tem mais!).
Eu não tinha lido A Hospedeira ainda por vários motivos, um deles foi que, apesar de ser fã de Crepúsculo (NÃO ME JULGUEM! SOU LEGAL, EU JURO!), é meio dificil de acompanhar e aceitar a linha de pensamento da Tia Steph, porque, se você tive um mínimo de coerência, consegue encontrar várias falhas e contradições ao longo de toda saga vampiresca. Porém a curiosidade falou mais alto e, já que eu tinha o livro, porque não?!
Dei a cara a tapa e ME SURPREENDI! O enredo é intrigante, os personagens são simples nas suas complexidades e o desfecho amarra todas as pontas que deixou solta ao longo da Narrativa.

Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

É isso, a Terra foi dominada por "almas", vulgarmente chamadas pelos ainda humanos como lacraias prateadas e eu, infelizmente, não consegui pensar numa definição melhor. Uma das coisas que mais curti nessa história inter-planetar foi como a Alma relata histórias de outros universos e planetas, tudo muito diferente da nossa imaginação, inclusive tem um quote de Peg (apelido fofo de Peregrina ♥) em que ela diz que os humanos são muito criativos quando se trata de vida extra terrestre, que toda aquela tecnologia e força alienígena não existe.
Peg é a Alma que hospeda Melanie, uma resistente. Confesso que, mesmo considerando a hipótese de estar no lugar de Melanie e que, provavelmente, me sentiria da mesma forma que ela, me compadeci com a história de Peregrina. Uma Alma doce, carismática e que não tem culpa de ser o que é.
Assim, passamos a acompanhar duas mentes em um só corpo, convivendo com outras pessoas onde algumas sabem/conseguem e outras não separar as duas vidas que estão em uma só forma.
Peregrina passa a amar os amores de Melanie e descobre por si só o que também é amar. Nesta vida humana, com turbilhões de emoções, ela descobre o que é um coração partido. O dela, o de Melanie e o dos homens que estão ao seu redor. Pois, em A Hospedeira não temos um triângulo amoroso e sim um quadrado (?!) entre Melanie, Peg, Jared e Ian, porém, Mel e Peg são, no momento, uma só.
Observando o enredo de forma mais sociológica, ele levanta várias questões de para onde a humanidade está indo, provocando sua própria auto destruição. Meyer te faz pensar em valores como amizade, respeito, compreensão e as diferentes formas de amor.
"Em tantos milênios, os humanos nunca entenderam o amor. Quanto é físico, quanto está na mente? Quanto é acidente e quanto é destino? Por que casamentos perfeitos se desintegram e casais impossíveis prosperam? Não sei as respostas nem um pouco mais que eles. O amor simplesmente está onde está.
O que posso dizer é que A Hospedeira foi uma surpresa agradável e que estou contando os dias - 6, a partir de hoje! - para assistir ao filme. E, me desculpem se falei demais, mas se eu pudesse ficaria aqui horas falando sobre o quanto eu gostei desse livro. Pra fechar, um dos meus quotes preferidos. (na verdade, uma junção...)
- É apenas o corpo - repeti.
- Isso não é verdade de modo algum - discordou ele. - Não é o rosto, mas as expressões nele. Não é a voz, mas o que você diz. Não é sua aparência neste corpo, mas as coisas que faz dentro dele. Você é bonita.
(...)
- Eu segurei você na minha mão, Peregrina. E você era tão bonita...

Peregrina e Ian O'Shea ♥
Em tempo, a única coisa que realmente me incomodou, e muito, durante a leitura foram os erros cometidos pela tradução e revisão, a Intríseca bateu recorde dessa vez!

Alguém aí já leu? Gostou tanto quanto eu?! Se não, recomendo a leitura! Semana que vem nos encontramos no cinema ;)

20 de setembro de 2012

Eu li! - Em Chamas, da editora Rocco

Continuando com as resenhas da trilogia de Jogos Vorazes, hoje é o livro “Em Chamas”, o segundo da saga. Você pode ler a resenha do primeiro livro aqui (clica, vai!). O filme baseado neste livro começou a ser gravado neste mês e tem previsão para chegar às telinhas em novembro de 2013. Haja ansiedade e coração!



Se eu falar que Katniss e Peeta ganharam o 74º Jogos vocês vão ficar surpresos? Ops...

Então, gente, esse texto pode conter spoilers, mas prometo não exagerar ok?

De volta ao Distrito 12 e já alojados na Aldeia dos Vitoriosos, Peeta e Katniss tentam ter uma vida normal. Mas não é fácil ver crianças morrendo e até mesmo matar e não ser impactado por isso. Os pesadelos de Katniss aumentam a cada dia. Ela procura na floresta um lugar de refúgio mas nem seu parceiro Gale é mais o mesmo. O ciúme por Peeta e a sensação de que perdeu Katniss em algum momento é enorme. A relação começa a fracassar.

Como os tributos vencedores, Katniss e Peeta precisam passar por todos os distritos, uma espécie de “caminhada da vitória”. Antes disso, ela recebe a visita do presidente Snow que salienta que o “truque” que ela usou para ganhar os Jogos foi visto pelos distritos como um sinal de rebelião e que ela precisa provar para todos que realmente ama Peeta para acalmar os ânimos em todos os lugares.  Muitos beijos são trocados, momentos lindos e até mesmo um pedido de casamento até que uma notícia os pega de jeito, a 75ª edição dos Jogos Vorazes.

Um casal de tributos vencedores de cada distrito volta para a arena nos 75º Jogos Vorazes. E bom... vocês já entenderam, né?

Todo o trajeto até a Capital e a preparação dos Jogos é de muito sofrimento para os dois. Aliás, eles estão mais próximos do que nunca. Os terríveis pesadelos de Katniss somem quando ela dorme nos braços de Peeta <3


Ok, ok, sem mais detalhes.

A arena merece toda nossa atenção, digamos que ela é, mais do que nunca, programada para matar. Tic tac! Tic tac! Tic tac!
Neste segundo livro vocês vão conhecer personagens que vão amar para sempre (Oi, Finnick!) e começar a decidir o par de Katniss. Eu sou #teamPeeta4ever!

Adianto que no fim você vai enlouquecer de curiosidade e não vai conseguir esperar muito para começar a ler o terceiro volume da saga.

Beijos,

14 de setembro de 2012

Eu li! - Jogos Vorazes

Minha prima Laís insistia para que eu lesse a trilogia de Jogos Vorazes mas eu ainda resistia. Assisti o filme em março, me apaixonei pelo Peeta e mesmo assim ainda não queria ler a saga. Até que numa promoção da Submarino ela me obrigou a comprar a box com os livros. Devorei os três em seis dias. E desde Harry Potter não sentia tanta empolgação (e ligação) com uma história. Sonhei com os personagens, que estava escrevendo o livro, que estava dentro da arena e até mesmo que eu convivia com eles em Panem. Por favor, não me chamem de maluca, mas é que, as vezes, os livros realmente tomam conta de mim.

Vou começar a resenha por Jogos Vorazes, o primeiro livro da saga. Acredito que muitos já tenham ouvido falar. Afinal, o filme – um tremendo sucesso de bilheteria – já chegou aqui no Brasil. Então vou escrever sem me preocupar com spoilers.



A história se passa numa era pós-apocalíptica. Onde antes era a América do Norte deu lugar a um país chamado Panem, formado por 13 distritos (cada um com uma atividade específica, como pesca, agricultura e talz) e um Capital. Depois de uma rebelião com a Capital o distrito 13 foi destruído e como “castigo”, os Jogos Vorazes foram criados. A cada edição cada distrito deveria enviar um casal de tributos para a arena dos Jogos. Eles lutariam até a morte e apenas um sairia vivo, o vencedor.

Dentro desse contexto a “mocinha” da história, Katniss Everdeen, uma caçadora que tem Gale como seu melhor amigo, vê sua irmã ser escolhida como tributo do Distrito 12 e se candidata do lugar dela. Peeta, o filho do padeiro que a ajudou quando ela era criança, é o outro sorteado. Na preparação para os jogos eles se conhecem melhor e durante uma entrevista Peeta confessa diante de toda Panem que sempre foi apaixonado por Katniss. (suspiros)


Eles chegam na arena como “casal desafortunado”. Peeta faz de tudo para proteger Katniss. Para ele, a vida dela era mais importante do que a dele. Impossível não se apaixonar por Peeta. JURO!

E tem Rue, a doce menina do distrito 11 que se alia à Katniss e morre. Uma das partes mais lindas do livro. Não precisa ser manteiga derretida para se emocionar. ♥♥♥

Entre muitas mortes, os dois se ferem e ficam escondidos dentro de uma caverna. Muitos beijos são trocados e histórias são lembradas. Katniss se aproxima cada vez mais de Peeta e acho que nós, leitores, nos apaixonamos por ele no mesmo passo que ela.

A “boa notícia” é que mudam as regras do jogo e um casal do distrito pode ganhar. Acho que nem preciso dizer quem saiu vencedor, certo? Só que essa mudança incita nos distritos meio que um motim. Bom, aí já é assunto para o próximo livro “Em Chamas”. Depois eu conto melhor.

Das coisas que me surpreenderam na história é que apesar da ficção, dá para tirar muitos trechos e repensar nossa política atual. Consumismo louco enquanto vidas são “escravizadas” para satisfazer nossos desejos, repressão política. E tem romance! Sim! Já falei que é impossível não se apaixonar por Peeta? Hahaha A cada fala dele eu ia ao delírio! Sou team Peeta total!

Se você quer uma história que te prenda, tire seu sono, essa é uma boa ideia. Se não, vale ler também!
Aguardem as resenhas de "Em Chamas" e "Esperança".

Beijos,

6 de novembro de 2011

Opa, eu li! – Meu pai fala cada merda

Esses dias eu tava precisando ler um livro MUITO besteirol. Tava estressada, cheia de problemas e preocupações na cabeça, doida pra chutar o balde. Nessas horas procuro um livro que seja super engraçado e que me faça relaxar, rir e esfriar a cabeça. A escolha foi “Meu pai fala cada merda”, de Justin Halpern, da editora Sextante.

Do nada a vida do roteirista Justin Halpern virou de ponta a cabeça e, sem namorada e um lugar para morar, aos 28 anos ele se viu obrigado a voltar para a casa dos pais. Mas, muita coisa mudou desde que ele saiu do conforto do lar para tentar a vida sozinho. Sim, muita coisa mudou, menos o humor ácido, direto e inteligente do pai, o aposentado Sam Halpern. Parece uma história comum? Talvez. Mas, de tanto ouvir as pérolas do seu pai, um dia Justin criou no Twitter o perfil @shimydadsays onde em 140 caracteres compartilhava com o mundo a sabedoria de seu pai. Em poucas semanas, o perfil estava com quase 1 milhão de seguidores. O sucesso foi tão rápido que ele foi chamado para transformar as frases do Twitter em um livro – este que inspirou esse post – e também criou o roteiro para a série “Shit my dad says!”, que é exibida no Warner Channel (e é MUITO boa!).

Olha só as frases do gênio Sam Halpern:

“Você achou difícil? Se o jardim de infância foi difícil para você, tenho más notícias sobre o resto da sua vida.”

“Olha, não quero sufocar sua criatividade, mas aquele troço que você construiu ali parece um monte de bosta.”

“Não toque naquela faca, você não tem necessidade alguma de segurar uma faca… Não me interessa, aprenda a passar manteiga com uma colher.”

‘Como diabos vou saber se a comida está boa? Coma. Se você ficar doente é porque não estava boa. Vocês acham que eu tenho visão microscópica?”

“Você tem bons amigos. Gosto deles. Acho que eles não transariam com sua namorda, se você tivesse uma.”

“Me diga simplesmente quanto preciso dar para nunca sair deste sofá.”


“Só quero um pouco de silêncio… Meu Deus, isso não significa que não gosto de você. Significa apenas que, neste momento, gosto mais do silêncio.”

Mais do que momentos de humor, o livro mostra uma relação de amor puro entre pai e filho. Um pai que sempre se esforçou para dar tudo de melhor para os filhos, inclusive valores e ideais; e um filho que sempre pode contar com o apoio e amor do pai. Um pai médico que comemorou quando o filho conseguiu um emprego como lavador de pratos.

Dá para rir e se emocionar!

Quem não leu, espero que goste da dica! Dá para acompanhar pelo Twitter, mas é em inglês: www.twitter.com/shitmydadsays

Beijos,

29 de setembro de 2011

OPA, EU LI! - Tudo aquilo que nunca foi dito, de Marc Levy

Eu nunca falei aqui, mas uma das coisas que mais compro é livro. Eu AMO ler e sempre estou com um livro dentro da bolsa. Há muito tempo eu queria compartilhar esse meu lado, digamos assim, e sempre ficava na dúvida. Bom, ainda não estou muito certa se você vai aceitar, mas não custa tentar, né? =D

Para abrir essa tag, trago o lançamento do escritor francês Marc Levy: Tudo aquilo que nunca foi dito (Suma das Letras). Espero que goste! =)


Sabe aquele livro que te prende nos primeiros parágrafos? É o caso de "Tudo aquilo que nunca foi dito", o novo romance do francês Marc Levy. Quando li a sinopse achei que ele tinha um quê de "PS. Eu te amo", de Cecelia Ahern. A obra conta a história de Julia Wash, uma desenhista que dias antes do seu casamento, recebe a notícia da morte de seu ausente pai. Obrigada a adiar o casamento, Julia vê sua vida mudar ao receber no dia seguinte ao enterro do pai um caixote gigante em seu apartamento. Não negue, lembra "PS. Eu te amo" sim.

Mas a história vai muito além do romance de Holly e Gerry. Não vou contar para vocês o que tem dentro da caixa, mas adianto que Julia ganha um tempo para conhecer Anthony Wash e descobre em seis dias, que ele não era tão ausente quanto ela pensava e muito menos o responsável por todas as desgraças de sua vida.

No decorrer da história, você viaja junto com Julia por Montreal, Nova York, Paris e Berlim; conhece Stanley, seu melhor amigo e confidente (desculpe a redundância!)e autor dos diálogos ácidos, bem humorados e inteligentes do livro.

A relação complicada entre pai e filha é pano de fundo para um romance que Julia deixou no passado (ou enterrou?) e que permeia boa parte do livro. Levy caprichou nos diálogos apaixonados.

Sim, é um romance de tirar o fôlego e, como falei no início desta resenha, te prende logo nas primeiras linhas. Cá entre nós, façanha digna de Marc Levy.

Fica aqui um conselho amigo: O lenço é um ótimo parceiro de leitura. Não abra mão dele!


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